quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

DIREITOS HUMANOS – Hoje?
No âmbito das atividades desenvolvidas na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento nas turmas A e B de 7º ano e em trabalho colaborativo com a equipa da Biblioteca Escolar, construiu-se um mural sobre esta temática. Convida-se a comunidade escolar para a sua visita na BE.






sábado, 1 de dezembro de 2018

GRUPO PEQUENOS GRANDES ESCRITORES

Dando continuidade ao trabalho já desenvolvido no ano letivo anterior, apresentamos o primeiro resultado das Oficinas de Escrita com um grupo de crianças integradas na Educação Inclusiva. 
A partir de um conjunto de cartas com um verso de autor cada, redigiu-se o poema. Selecionaram-se cinco cartas que serviram de mote para a redação e foram sendo integradas ao longo da produção.
O poema será futuramente apresentado numa versão áudio.


O SONHO 
Num livro velho topei com uma palavra escrita (E. Standeler) 
Uma palavra começada por A: amor. 
Logo depois outras: amizade, alegria ... 
comecei a sonhar ... 
O meu sonho transformou-se em tinta (Jean Cocteau) 
As árvores pintaram-se de verde, 
As flores pintaram-se de vermelho, roxo e rosa. 
No interior da flor (P. Barra e Valenzuela) 
Vi muito amor. 
O sol pintou-se de amarelo,
O céu pintou-se de azul, 
As nuvens pintaram-se de cinza e branco.

As frutas pintaram-se de laranja, vermelho, castanho e preto.
Veio o arco-íris e levou algumas cores.
O nevoeiro verde é uma torre (Carlos M. Araújo) 
Uma torre que vejo melhor quando atravesso o nevoeiro. 
Quando lá chego, subo e exploro. 
Olho ao fundo e vejo a minha terra. 
O meu coração é terra. (tradicional português) 

autor: Pequenos Grandes Escritores 





QUERO UMA MAMÃ-ROBOT

No âmbito do Projeto Etwinning Robótica no Pré-Escolar, a história de Davide Cali "Quero uma Mamã-Robot" foi às salas do Jardim de Infância do Agrupamento (JI Vila do Carvalho, JI Penedos Altos e JI Cantar Galo). Irá ainda ao JI do Canhoso.
Um menino sente a falta da mãe que trabalha muito tempo fora de casa. Então, decide fazer uma mãe-robô que tudo fará por ele: os trabalhos de casa, as tarefas da casa, os cozinhados preferidos ... e sobretudo companhia. Mas não dá beijinhos nem abraços, não é quentinha nem macia. As crianças perceberam que uma boa mãe nem sempre faz o que eles querem mas o que acredita ser melhor para elas.
Com a história e a música "Robô, a Viagem do MULTI" exploraram-se as diferenças entre o ser-humano e o robô.
As crianças irão fazer umas máscaras robô. Aguardemos os resultados.









quarta-feira, 28 de novembro de 2018

DIA NACIONAL DA CULTURA CIENTÍFICA

No âmbito do Dia Nacional da Cultura Científica, a Biblioteca Escolar e o Grupo de Físico-Química dinamizaram uma atividade alusiva à Ciência e à Literatura.
António Gedeão/ Rómulo de Carvalho foi o ponto de partida. Uma personalidade que aglutinou duas paixões: a ciência e a poesia. 
A sua produção literária reflete a área da ciência assim como outras temáticas (cidadania, História de Portugal ...)
Foram apresentadas as poesias "Lágrima de preta" e "Lição Sobre a Água", recitadas pelos alunos e brevemente exploradas. Os alunos tiveram oportunidade de ver um retrato efetuado a carvão pela professora Conceição Milhano a partir da poesia "Lágrima de Preta" e foram acompanhados por uma exposição pela professora Isabel Almeida.
Por fim, a experiência também esteve presente. Alertados para o perigo de beber, provar ou cheirar qualquer líquido e para a importância de verificar os rótulos, assistiram à mistura de dois líquidos transparentes, o iodeto de potássio e  o nitrato de chumbo que resultou num líquido amarelo, o iodeto de chumbo. Algum tempo depois, verificou-se uma sedimentação sólida no fundo do recipiente.










quarta-feira, 21 de novembro de 2018

LER COM METAS ... A MAIOR FLOR DO MUNDO

Os alunos do 4.º ano da EB da Vila do Carvalho ouviram a história "A Maior Flor do Mundo" de José Saramago, a história de um menino que salvou uma flor graças à sua persistência e determinação. Obra que alerta para a cidadania e para a importância da água.
Visualizaram a curta-metragem realizada pelo galego Juan Pablo Etcheverry em 2006 e narrada pelo próprio José Saramago.
Por fim, jogaram, respondendo a questões sobre a história.



José Saramago é o escritor deste livro, ele imagina como será a história.
Era um menino que estava perto do rio, viu um caminho para um lugar onde ele nunca tinha ido e ele não sabia se devia ou não ir. Mas ele foi.
Ele andou, andou, até chegar a uma colina. A terra estava muito seca, não havia nenhum animal.
Quando subiu a colina, lá no cimo, estava uma flor pequena e murcha. Então, o menino decidiu regá-la. Foi até ao rio e regressou junto da flor para a regar várias vezes, até que ficou enorme, a maior flor do mundo. O menino estava tão cansado que adormeceu debaixo da flor.
Em casa, os pais estavam muito preocupados. Os habitantes da aldeia decidiram procurar o menino e encontraram-no a dormir, tapado com uma pétala, debaixo da flor. Os pais ficaram muito felizes.


Matilde Silva, EBVC, 4º ano

O escritor dizia que não sabia escrever histórias para crianças.
O menino tinha saltado a vedação e passou o rio. Foi andando até ver muitas flores de perto. Ao ver a flor ele correu até ao rio para buscar água. Levou-a nas mãos e a flor ficou grande.
O autor escreveu esta história para mostrar a importância da água.


Miguel Gomes, EBVC, 4º ano


Eu ouvi uma história que se chama "A maior Flor do Mundo" de José Saramago. Era um menino que partiu numa aventura, passou por um rio e por um bosque onde não havia ninguém. Estava tudo silencioso. 
No cimo de uma colina, encontrou uma flor. Estava murcha. Ele foi buscar água ao rio e a flor ia crescendo. Quando a flor estava muito grande, ele adormeceu. A flor cobriu o menino com uma pétala para ele não ter frio. 
Os pais dele ficaram preocupados por ele ter desaparecido e todos os habitantes foram procurá-lo. Eles encontraram-no. Ele estava a dormir e foi levado para casa.


Lara Santos, EBVC, 4º ano

Era uma vez um menino muito aventureiro. 
Saltou a cerca do jardim, foi para um sítio perigoso e atravessou o rio. Foi para um sítio que ninguém conhecia e encontrou uma planta que estava numa colina parecida com uma tigela voltada ao contrário. Subiu e viu a flor murcha. Voltou para trás para buscar água ao rio para  regar a planta e ela cresceu.
Ele estava a demorar tanto tempo que os pais  estavam preocupados.
Os habitantes foram procurá-lo, encontraram-no e levaram-no para casa.

Simão Carvalho, EBVC, 4º ano


Um menino muito aventureiro decidiu passar o jardim e ir para o outro lado.
O menino subiu muitas colinas e, por fim, encontrou uma flor muito murcha e percebeu que ela precisava de água. Então, foi ao rio e trouxe água nas mãos. A flor cresceu cada vez mais. Depois o menino adormeceu e a flor tapou-o com uma das suas pétalas. 
Os pais estavam preocupados com o desaparecimento do menino. Avistaram uma flor, que nunca tinham visto. Os habitantes da aldeia seguiram-na. 
Quando chegaram junto dela, viram que o menino estava a dormir e levaram-no  de volta para a aldeia.
Joana Silva, EBVC, 4º ano


José Saramago escreve uma história sobre um menino que saiu de casa. 
Viu uma flor que estava murcha e foi até ao rio. Levou água nas mãos e a flor foi bebendo. A flor ficou grande. Os pais estavam preocupados com o desaparecimento do menino. Os habitantes da aldeia foram procurá-lo.
Encontraram-no a dormir e levaram-no para casa.

Beatriz Silva, EBVC, 4º ano



Um menino decidiu ir à aventura. Chegou ao rio e pensou se deveria ir ou não. Foi. Viu uma planta murcha e para a ajudar foi buscar água ao rio. A flor cresceu.
O menino deixou-se dormir debaixo da planta e ela retribuiu fazendo uma manta com uma das suas pétalas.
Os pais ficaram preocupados e os vizinhos forma procurá-lo. Subiram a colina e encontraram-no. 
Trouxeram-no às cavalitas e ficaram todos felizes.

Rodrigo Machado , EBVC, 4º ano


Um menino aventurou-se, seguiu o rio e passou-o. Seguiu em frente. Cada vez havia menos vegetação. Viu uma colina, subiu-a e encontrou uma for murcha, Foi até ao rio buscar água. A flor cresceu. 
Os pais começaram a ficar preocupados com o desaparecimento do menino. Os vizinhos procuraram-no e encontraram-no. Trouxeram-no para casa.

Paulo Morgado, EBVC, 4º ano