A expressão “o dinheiro não cresce nas árvores” é frequentemente utilizada no contexto familiar, mas, junto do 2.º ano, tratou-se de uma porta de entrada para a Educação Financeira, particularmente para o desenvolvimento da competência de tomada de decisão em situações de recursos limitados.
Foi um momento oportuno para introduzir, de forma concreta e contextualizada, três ideias estruturantes, nomeadamente o dinheiro resulta do trabalho, os recursos são limitados e escolher implica abdicar de algo.
Foi proposto aos alunos a ilustração de um desafio que exigia decisões. A compreensão de que não se pode ter tudo ao mesmo tempo, permite desenvolver maturidade na gestão de desejos e necessidades.
